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sábado, 28 de abril de 2012

Fragilidades

Às vezes sento-me aqui, com uma vontade enorme de dizer qualquer coisa  a quem quer que seja e o que quer que seja, desde que dessa forma, preencha os espaços vazios que povoam o meu espírito  e me façam questionar as razões e os porquês de acontecimentos mais ou menos banais, mais ou menos marcantes que vão ocupando os meus dias.
Pensando melhor, não há razão para justificar tudo aquilo que faço!...faço e pronto....escrevo e pronto.....por que raio havemos de procurar sempre causas e efeitos para coisas que aconteçem, pelo simples facto de apenas...acontecerem!? As fragilidades do ser humano são incomensuráveis. Difíceis de "encaixar", difíceis de aceitar e por conseguinte, difíceis de encará-las como tal. Surge então a necessidade de utilizar subterfúgios mais ou menos ardilosos, para não ter que dar o braço a torcer e assim esconder dos outros o que afinal é comum a todos nós:o medo de falhar!Quem é que numa altura ou outra da vida, não se confrontou com a pergunta: "mas afinal, onde foi que eu errei"?vai-se então ao"sótão" das memórias e busca-se...busca-se....mas nada! apenas porque se calhar, nem fomos nós que falhámos  mas a vida que nos tramou.
Surge então o momento em que devemos despir as fragilidades. Despir os preconceitos e sermos verdadeiramente sinceros com nós próprios, ir em frente, arrumar o que houver para arrumar, deitar fora o que não presta e viver cada dia como se fosse o último.
Porque a vida é apenas um momento! 

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